domingo, 5 de maio de 2013

Os Índios do Brasil


Foto retirada do blog: mbpropaganda.blogspot.com

   Antes de assistir o vídeo, pensava que os índios eram pessoas diferente e com uma cultura totalmente diferente da nossa. Eles são pessoas independente de qualquer coisa.   No meu ponto de vista, os índios são pessoas que trabalham para si mesmos. No vídeo assistido, mudou totalmente o meu pensamento. Acredito que índios são pessoas normais e que estão entre nós. Muitos ainda moram em ocas, que usam argolas "gigantes" nas orelhas, um adereço nos lábios, na qual deixam gigantes.   Segundo o vídeo, em 1500 os índios viviam da caça, pesca e da agricultura, já hoje em dia eles estudam e trabalham assim como nós, tendo uma vida "normal".

sábado, 4 de maio de 2013

Síntese do conto "Amor"


   Ana é uma mulher muito atarefada, era casada com um homem verdadeiro, seus filhos também. Sua juventude anterior, parecia estranha, como uma doença de vida.
Foto retirada do blog: blogsintese.blogspot.com
   Em um certo dia, Ana havia saído para comprar algumas coisas, ela ia fazer um jantar para algumas pessoas. Quando estava no ponto de ônibus, Ana vira um cego, um cego mascando chicles, sem nenhuma preocupação, estava tão atenta ao cego, que perdeu seu ponto.   O cego á levou ao pior dela mesma, ela se "apaixonara" por ele. Ana seguiu seu rumo, com os ovos que escorriam pela bolsa.   Depois que todos foram embora, o marido de Ana vai para a cozinha, Ana pensara "se fora um estouro do fogão, o fogo já teria pegado em toda casa!", Ana vai correndo á cozinha e dá de cara com seu marido, os dois, um pouco assustados, Ana exclama: "Não quero que lhe aconteça nada, nunca!", e foi a partir dai, que ela percebera que ele era seu grande amor.

Feliz Aniversário

   Era aniversário de 89 anos de uma senhora, mãe de 7 filhos. Morava com uma de suas filhas, Zilda, que havia preparado uma festa de aniversário para mãe, na qual convidou todos seus irmãos com suas esposas e filhos.
Foto retirada do blog: silviolouana.blogspot.com
   Depois do almoço, Zilda, prepara sua mãe, e a deixa na cabeceira da mesa, esperando os convidados, que chegaria no final da tarde.   A chegada de todos foi um pouco desastrosa, a senhora não participara da própria festa. Após cantarem os parabéns, uma de suas netas pediu para á avó que cortasse o bolo. Ela não recusara o pedido da neta, mas cortara com brutalidade, e todos ficaram assustados.   Depois dos parabéns, a festa continuou, e a senhora continuara na cabeceira da mesa. Sem ninguém esperar, a idosa cospe no chão, Zilda se sente envergonhada, pois ela que era a responsável pela sua mãe. Com a situação desagradável, um dos filhos fez um breve discurso, para que os outros se distraíssem e esquecera do ocorrido.   Ao anoitecer, todos deram um beijo na idosa e foram embora, a idosa continuara na cabeceira da mesa esperando o jantar que sua filha devia lhe servir.

O Búfalo


   O conto "O Búfalo", de Clarice Lispector, narra a história de uma mulher que vai até um zoológico atrás do "ódio", esse sentimento era através de um não correspondido amor.
Foto retirada do site: jc3.uol.com.br
   No zoológico, a mulher passou por diversos animais, queria achar algum animal para retribuir seu ódio, ou achar algum semelhante ao sentimento de ódio que sentia. Mas não achou, pois todos os animais ainda tinha aquele olhar de doçura, de amor.   Pedia pra Deus lhe mostrar o ódio, até que ela viu um búfalo, assim lhe veio o homem que tanto odiara. Olhava para o búfalo, e falava que tinha muito ódio dele.   O búfalo com seus olhos pequeninos, vermelhos, intensos e carregados de ódio observava calmamente a mulher. Ao perceber aqueles olhos, ela percebera que havia encontrado o ódio. Sentia-se presa, sem nenhuma condição de sair daquele lugar, e aos poucos, o búfalo ia se aproximando, pronto para da seu ataque.   


Laços de Família
Foto retirada do site: www.fnac.pt

   Depois de duas semanas de visita, Catarina leva a mãe até a rodoviária. No táxi  m meio á uma situação do cotidiano, uma sacudida que ninguém esperava, faz com que mãe  filha se aproximem-se, próximo á um abraço.   Se despediram normalmente, de modo que aquilo o que havia acontecido, não se apagasse. Após levar a mãe a rodoviária, Catarina retorna á sua casa, e seu filha a chama de "mãe" pela primeira vez-Isto já devia ter ocorrida, mas Catarina, de um modo ou de outro nunca percebera isto.
   

As cerejas ...
Foto retirada do blog: imagensparablogsesites.blogspot.com

   O conto "As cerejas", de Lygia Fagundes Telles, narra a história de uma menina chamada Júlia. A menina mora em uma chácara, com sua Madrinha, com a empregada, Dionísia.  Nas férias, as mesmas recebem a visita de seu primo Marcelo e de Tia Olívia, uma visita muito inesperada.   A Tia Olívia, era uma mulher fina e acostumada com o luxo. Apesar do vestido com muito decote, as duas cerejas de cera, ficava encaixada, uma em casa seio. Já Marcelo, era um menino totalmente diferente de Olívia, ele gostava de Júlia, e achava Olívia muito vulgar. Era um menino que gostava de cavalgar.   Em uma noite de chuva, acaba-se a luz. Júlia vai até o quarto de Tia Olívia, para lhe entregar umas velas. Quando entra no quarto, Júlia tem a impressão de ver dois corpos se entrelaçado.   Na mesma noite, a menina adoce. Marcelo, vai embora, sem ao menos se despedir da menina. Tia Olívia, vai até o quarto da menina, e a entrega uma de suas cerejas. 


Lygia Fagundes Telles


(...) "Com a ponta da língua pude sentir a semente apontandosob a polpa. Varei-a. O sumo ácido inundou-me a boca. Cuspia semente: assim  queria escrever, indo ao âmago do âmagoaté atingir a semente resguardada lá no fundo como um feto".

(Verde lagarto amarelo)

Foto retirada do site: armonte.wordpress.com
   Quarta filha do casal Durval de Azevedo Fagundes e Maria do Rosário Silva Jardim de Moura, nasce na capital paulista, em 19 de abril de 1923, Lygia de Azevedo Fagundes, na rua Barão de Tatuí. Seu pai, advogado, exerceu os cargos de delegado e promotor público em diversas cidades do interior paulista (Sertãozinho, Apiaí, Descalvado, Areias e Itatinga), razão porque a escritora passa seus primeiros anos da infância mudando-se constantemente. Acostuma-se a ouvir histórias contadas pelas pajens e por outras crianças. Em pouco tempo, começa a criar seus próprios contos e, em 1931, já alfabetizada, escreve nas últimas páginas de seus cadernos escolares as histórias que irá contar nas rodas domésticas. Como ocorreu com todos nós, as primeiras narrativas que ouviu falavam de temas aterrorizantes, com mulas-sem-cabeça, lobisomens e tempestades.Seu pai gostava de freqüentar casas de jogos, levando Lygia consigo "para dar sorte". Diz a escritora: "Na roleta, gostava de jogar no verde. Eu, que jogo na palavra, sempre preferi o verde, ele está em toda a minha ficção. É a cor da esperança, que aprendi com meu pai."   Em 1936 seus pais se separam, mas não se desquitam.Porão e sobrado é o primeiro livro de contos publicado pela autora, em 138, com a edição paga por seu pai. Assina apenas como Lygia Fagundes.   No ano seguinte termina o curso fundamental no Instituto de Educação Caetano de Campos, na capital paulista. Ingressa, em 1940, na Escola Superior de Educação Física, naquela cidade. Ao mesmo tempo, frequenta o curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco.Inicia o curso de Direito em 1941, frequentando as rodas literárias que se reuniam em restaurantes, cafés e livrarias próximas à faculdade. Ali conhece Mário e Oswald de Andrade, Paulo Emílio Sales Gomes, entre outros, e integra a Academia de Letras da Faculdade e colabora com os jornais Arcádia e A Balança. Para se sustentar, trabalha como assistente do Departamento Agrícola do Estado de São Paulo. Nesse ano conclui o curso de Educação Física.   Praia viva, sua segunda coletânea de contos, é editada em 1944 pela Martins, de São Paulo. O ano de 1945 marca o ano de falecimento de seu pai. Atenta aos acontecimentos políticos, Lygia participa, com colegas da Faculdade, de uma passeata contra o Estado Novo.   Terminado o curso de Direito, em 1946, só três anos depois a escritora publica, pela editora Mérito, seu terceiro livro de contos, O cacto vermelho. O volume recebe o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras.Casa-se com o jurista Goffredo da Silva Telles Jr., seu professor na Faculdade de Direito que, na ocasião,1950, era deputado federal. Muda-se, em virtude desse fato, para o Rio de Janeiro, onde funcionava a Câmara Federal.   Com seu retorno à capital paulista, em 1952, começa a escrever seu primeiro romance, Ciranda de pedra. Na fazenda Santo Antônio, em Araras - SP, de propriedade da avó de seu marido, para onde viaja constantemente, escreve várias partes desse romance. Essa fazenda ficou famosa na década de 20, pois lá reuniam-se os escritores e artistas que participaram do movimento modernista, tais como Mário e Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Mafaldi e Heitor Villa-Lobos.   Maria do Rosário, sua mãe, falece em 1953 e, no ano seguinte, nasce seu único filho, Goffredo da Silva Telles Neto. As Edições O Cruzeiro, do Rio de Janeiro, lançam Ciranda de pedra.Seu livro de contos, Histórias do desencontro, é publicado pela editora José Olympio, do Rio de Janeiro, e é premiado pelo Instituto Nacional do Livro, em 1958.   Em 1960 separa-se de seu marido Goffredo e, no ano seguinte, começa a trabalhar como procuradora do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo.   Dois anos depois lança, pela editora Martins, de São Paulo, seu segundo romance, Verão no aquário. Passa a viver com Paulo Emílio Salles Gomes e começa a escrever o romance As meninas, inspirado no momento político por que passa o país.   Em 1964 e 1965 são publicados seus livros de contos Histórias escolhidas O jardim selvagem, respectivamente, pela editora Martins.   A convite do cineasta Paulo César Sarraceni e em parceria com Paulo Emílio Salles Gomes, em 1967, faz a adaptação para o cinema do romance D. Casmurro, de Machado de Assis. Esse trabalho foi publicado, em 1993, pela editora Siciliano, de São Paulo, sob o título de Capitu.Seu livro de contos Antes do baile, publicado pela Bloch, do Rio de Janeiro, em 1970, recebe o Grande Prêmio Internacional Feminino para Estrangeiros, na França.   O lançamento, em 1973, pela José Olympio, de seu terceiro romance, As meninas, é um sucesso. A escritora arrebata todos os prêmios literários de importância no país: o Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras, o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro e o de "Ficção" da Associação Paulista de Críticos de Arte.Seminário de ratos, contos, é publicado em 1977 pela José Olympio e recebe o prêmio da categoria Pen Club do Brasil. Nesse ano participa da coletânea Missa do Galo: variações sobre o mesmo tema, livro organizado por Osman Lins a partir do conto clássico de Machado de Assis. Integra o corpo de jurados do Concurso Unibanco de Literatura, ao lado dos escritores e críticos literários Otto Lara Resende, Ignácio de Loyola Brandão, João Antônio, Antônio Houaiss e Geraldo Galvão Ferraz.Em setembro desse ano, falece Paulo Emílio Salles Gomes. A escritora assume, face ao ocorrido, a presidência da Cinemateca Brasileira, que Paulo Emílio ajudara a fundar.   Em 1978 a editora Cultura, de São Paulo, lança Filhos pródigos. Essa coletânea de contos seria republicada a partir de 1991 sob o título A estrutura da bolha de sabão. A TV Globo leva ao ar um Caso Especial baseado no conto  "O jardim selvagem".Sua editora no período de 1980 até 1997, a Nova Fronteira, do Rio de Janeiro publica A disciplina do amor. No ano seguinte lança Mistérios, uma coletânea de contos fantásticos. A TV Globo transmite a telenovela Ciranda de pedra, adaptada de seu romance.    Em 1982 é eleita para a cadeira 28 da Academia Paulista de Letras e, em 1985, por 32 votos a 7, é eleita, em 24 de outubro, para ocupar a cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras, fundada por Gregório de Mattos, na vaga deixada por Pedro Calmon. Sua posse só ocorre em 12 de maio de 1987. Ainda em 1985 é agraciada com a medalha da Ordem do Rio Branco.1989 é o ano de lançamento de seu romance As horas nuas. Recebe a Comenda Portuguesa Dom Infante Santo. Em 1990 seu filho, Goffredo Neto, realiza o documentário Narrarte, sobre a vida e a obra da mãe. Em 1991 aposenta-se como funcionária pública.   A Rede Globo de Televisão apresenta, em 1993, dentro da série Retratos de mulher, a adaptação da própria escritora do seu conto "O moço do saxofone", que faz parte do livro Antes do baile verde, num episódio denominado "Era uma vez Valdete".Participa da Feira o Livro de Frankfurt, na Alemanha, em 1994, e lança, no ano seguinte, um novo livro de contos, A noite escura e mais eu, que ganhou os prêmios de Melhor livro de contos, concedido pela Biblioteca Nacional; Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro e Prêmio APLUB de Literatura.Em 1996 estréia o filme As meninas, de Emiliano Ribeiro, baseado em romance homônimo de Lygia. Em 1997 participa da série O escritor por ele mesmo, do Instituto Moreira Salles. A editora   Rocco adquire os direitos de publicação de toda a obra passada e futura da escritora.    Em 1998, a convite do governo francês, participa do Salão do Livro da França.   Seu livro Invenção e Memória foi agraciado com o Prêmio Jabuti, na categoria ficção, em 2001. Recebe, também, o "Golfinho de Ouro" e o Grande Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

  Biografia de Clarice Lispector



Foto retirada do site: www.poesiaspoemaseversos.com.br

   Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, na aldeia Tchetchenilk, no ano de 1925. Os Lispector emigraram da Rússia para o Brasil no ano seguinte, e Clarice nunca mais voltou á pequena aldeia. Fixaram-se em Recife, onde a escritora passou a infância. Clarice tinha 12 anos e já era órfã de mãe quando a família mudou-se para o Rio de Janeiro. Entre muitas leituras, ingressou no curso de Direito, formou-se e começou a colaborar em jornais cariocas. Casou-se com um colega de faculdade em 1943. No ano seguinte publicava sua primeira obra: “Perto do coração selvagem”. A moça de 19 anos assistiu à perplexidade nos leitores e na crítica: quem era aquela jovem que escrevia "tão diferente"? Seguindo o marido, diplomata de carreira, viveu fora do Brasil por quinze anos. Dedicava-se exclusivamente a escrever. Separada do marido e de volta ao Brasil, passou a morar no Rio de Janeiro. Em 1976 foi convidada para representar o Brasil no Congresso Mundial de Bruxaria, na Colômbia. Claro que aceitou: afinal, sempre fora mística, supersticiosa, curiosa a respeito do sobrenatural. Em novembro de 1977 soube que sofria de câncer generalizado. No mês seguinte, na véspera de seu aniversário, morria em plena atividade literária e gozando do prestígio de ser uma das mais importantes vozes da literatura brasileira.
   O objetivo de Clarice, em suas obras, é o de atingir as regiões mais profundas da mente das personagens para aí sondar complexos mecanismos psicológicos. É essa procura que determina as características especificas de seu estilo.O enredo tem importância secundária. As ações - quando ocorrem - destinam-se a ilustrar características psicológicas das personagens. São comuns em Clarice histórias sem começo, meio ou fim. Por isso, ela se dizia, mais que uma escritora, uma "sentidora", porque registrava em palavras aquilo que sentia. Mais que histórias, seus livros apresentam impressões.   Predomina em suas obras o tempo psicológico, visto que o narrador segue o fluxo do pensamento e o monólogo interior das personagens. Logo, o enredo pode fragmentar-se. O espaço exterior também tem importância secundária, uma vez que a narrativa concentra-se no espaço mental das personagens. Características físicas das personagens ficam em segundo plano. Muitas personagens não apresentam sequer nome.   As personagens criadas por Clarice Lispector descobrem-se num mundo absurdo; esta descoberta dá-se normalmente diante de um fato inusitado - pelo menos inusitado para a personagem. Aí ocorre a “epifania”, classificado como o momento em que a personagem sente uma luz iluminadora de sua consciência e que a fará despertar para a vida e situações a ela pertencentes que em outra instância não fariam a menor diferença.  Esse fato provoca um desequilíbrio interior que mudará a vida da personagem para sempre.Para Clarice, "Não é fácil escrever. É duro quebrar rochas. Mas voam faíscas e lascas como aços espelhados". "Mas já que se há de escrever, que ao menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas". "Minha liberdade é escrever. A palavra é o meu domínio sobre o mundo."

   Falso Amor...


   Era um dia ensolarado, Fernanda era uma moça linda, dedicada ao seu trabalho, uma moça que sonhava alto.Sempre corria atrás de seus sonhos, era feliz e que na tarde do dia 17 de fevereiro, ia realizar o seu grande sonho de se casa com seu amado Matheus.Um moço trabalhador, feliz que adorava demonstrar seu amor por Fernanda.
Foto retirada do blog: karolinelocona.blogspot.com
   Felizmente o dia tão esperado chega! Fernanda estava muito feliz e Matheus ansioso. O casamento ia começar às 15h da tarde, em uma igreja linda, uma decoração magnífica, rosas vermelhas e brancas por toda a igreja, desde fora até o altar, sem contar os arranjos de flores, que eram um mais lindo que o outro.   Fernanda vai para o salão de beleza se arrumar, faz as unhas, o cabelo, a maquiagem, tudo que uma noiva tem direito. O vestido era perfeito, "tomara que cai" branco com detalhes de renda, o vestido ficou magnífico. Ao término, Fernanda volta para casa, aguardando ansiosa a sua saída para a igreja. Ela era a noiva mais linda do mundo. Matheus esquece as bebidas, e retorna para casa de sua sogra, Fernanda corre para o quarto, e, Matheus vai atrás e pergunta:    -Oi, amor! Por que você saiu da sala?    -Porque quando o noivo vê a noiva antes do casamento da azar. E eu não quero azar no meu casamento.    -Como?! Quando o amor é verdadeiro, não vai ser isso que vai acabar com o nosso amor - Então Matheus entra no quarto, os dois se abraçam e começam a dançar. Finalmente eles vão para a igreja. Fernanda entra, e percebe que Matheus não está no altar. Desesperada, ela sai correndo da igreja. Na frente da igreja havia um motoqueiro, era seu irmão, assim que ele vê sua irmã correndo para fora da igreja, a leva para casa. As palavras sábias, a dança e o beijo, era um adeus! Fernanda chorava, um choro de dor, de saudade e ao mesmo tempo um choro de ódio e infelicidade.