segunda-feira, 22 de abril de 2013

O menino índio


Na internet eu estava,De Manaus encontrei um meninoEle é índioFiquei curioso, e chamei para conversar.
As palavras indígenas, eu não sabiaMas o índio educado, decidiu me ajudarEm negrito ia deixando as palavras soarMas ele não cumprira o que havia dito.
Reclamei com ele, e ele me explicouEstas palavras em negrito, são palavras indígenasPalavras na qual tu não sabias.
Tu falaste tupiSão palavras que soam a todo tempoAgora tu sabes, que tupi é a língua do momento.
Foto retirada do site: www.estadao.com.br



Soneto feito, a partir do texto "Curumim Poranga".
Margarina a menina apaixonada:


Foto retirada do blog: destroyerockcity.blogspot.com

   Margarina, é uma menina distraída, impaciente e indecisa.Fica confusa ao receber aquela notícia, mas ao passar do tempo, já se tranquiliza e ao mesmo tempo fica super contente.   Perdeu muito tempo tentando provar que não tinha obrigação nenhuma de provar nada á ninguém.As chances que Margarina desperdiçou foram muitas, e só depois foi se dar conta que não devia nada á ninguém.   Margarina se reservava, mas, às vezes, se quebrava em mil pedacinhos  e esperava o amado juntar seus pedaços.Ela, era uma menina muito tímida, que queria uma explicação para o que sentia.Apesar de ela mentir para si mesma, ela sabia que estava fazendo uma terrível coisa para si mesma.   Mas já que não era tão criança para saber tudo, já não se preocupava mais...Apesar de tudo o que Margarina via, era o que ninguém via.   Não adianta negar á ela, que os olhos dela, são os seus.Ela sabe que tu estais mentindo.   Apesar de tão bonito e correto, ele é um dos deuses mais lindos.Apesar de Margarina, ter problema em repetir as palavras, ela pensa que palavras repetidas, nunca são ditas?!   Quando ela o viu chorando, o Deus, como ela poderia ter tanta certeza que o queria tanto !   Às vezes, Margarina, não se preocupa mais, até porque, o que ela vê, os outros não vêem.    E Margarina sabe que mesmo ele não querendo saber, ele sabe que vê o mesmo que ela.



Redação feita através da proposta da professora Ilvanita sobre a canção "Quase sem querer", do grupo Legião Urbana.
"Felicidade Clandestina"-Clarice Lispector

  Nesse magnífico conto, retrata a história de uma menina que ama ler,e, que em meio as suas colegas, uma era filha de um dono de livraria.A gorda, baixa, sardenta e de cabelos super crespos...Uma menina cruel, egoísta e diabólica.   A menina que ama ler, implora a ela um livro chamado As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.A menina incrivelmente cruel, concorda em emprestar o livro a amiga.No dia seguinte a menina foi á casa dela, buscar o tão sonhado livro, e, a "bruxinha" fala que havia emprestado á outra pessoa e que era para ela voltar no dia seguinte.Isso se repetiu muitas vezes, até que um dia sua mãe notara a maldade e a "bruxinha" que estava criando.
Foto retirada do blog: http://lerimaginarcriar.blogspot.com.br
   Assim, fala a sua amiguinha que podia pegar o livro, e ficar quanto tempo quisesse com ele.Aquele "quanto tempo quisesse" fez com que a menina ficasse mais e mais encantada com o livro.   Ás vezes, a menina ficava na rede, balançando com o livro no colo.Lia uma parte e fechava-o, como aquele livro fosse ficar com ela para sempre.

"NÃO ERA MAIS UMA MENINA COM UM LIVRO: ERA UMA MULHER COM SEU AMANTE".

Poraquê
Foto retirada do site:
http://compare.buscape.com.br
           

Em meio á tantos conflitoAs pessoas vão mudando...Chantal e Alex foram se aproximandoJá Txai, se aventurando.          
Catu, é um índio bonito e corajosoBabu, um antropólogo muito curioso.Leo todo charmosoFicava com Marina, todo amoroso.           Poraquê é um peixe perigosoMas Txai e Babu são corajososAdoram enfrentar aventuras perigosas           Todos são amigosE vivem sem conflitosAdoram ficar, sempre unidos.



Soneto em base a partir do livro "EKOABOKA-Jornadas na Amazônia", que foi sugerido pela professora Ilvanita.